Expurgo do FGTS, próximo da solução
O ex-presidente
Fernando Collor lançou em janeiro de 1989 o Plano Verão e em abril de
1990 o Plano Collor que expurgaram, respectivamente, 42,72% e 44,80%
das contas do FGTS, causando um prejuízo enorme a todos os
trabalhadores com conta ativa à época.
Desde de 1993, os
trabalhadores vêm tentando recuperar as correções através de ações
individuais, por meio de seus sindicatos, e ainda através de centrais
sindicais, como é o caso dos metroviários, a CUT.
Procurando dar uma
resposta mais ágil às expectativas da categoria metroviária, a
Fenametro procurou a Caixa Econômica Federal, dando início a uma
negociação que está caminhando satisfatoriamente, e poderá garantir
aos metroviários o recebimento das correções expurgadas em uma única
parcela, sem a necessidade de pagamento do deságio imposto no acordo
proposto pelo governo FHC e defendido pelos Paulinho e Medeiros, da
Força Sindical, como o melhor acordo do mundo.
Terão direito ao
acordo aqueles que tinham conta ativa do FGTS na edição dos planos
econômicos, que estavam na categoria em janeiro de 1993 e não
assinaram o acordo do governo FHC, conforme orientação do Sindicato à
época.
Assim que as
negociações estiverem concluídas, divulgaremos todas as informações
referentes aos procedimentos necessários para o recebimento de seu
direito.