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Nº 487 - 02/03/2006


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Metrô emperra PR,
mas abraça privatização!

 

Em reunião realizada dia 14/03, o Metrô reiterou seu discurso de adiamento da discussão sobre o pagamento da PR referente ao período de agosto de 2005 a julho de 2006. O Sindicato reivindica que a Cia. pague 50% da Participação nos Resultados com base em uma folha pagamento, ainda em março. No entanto, a empresa alega que para isso precisa consultar o governo, e que só nos dará uma reposta daqui a alguns dias.

Essa atitude típica do Metrô de ficar protelando a concessão dos nossos direitos e conquistas deve ser respondida à altura. Por isso, é imperativo seguirmos em unidade e mobilizados em busca da nossa PR.

Com este objetivo, na segunda-feira, 20/03, haverá uma assembléia no Sindicato para definirmos nossas formas de luta para arrancar, ainda neste mês, nosso direito pela Participação dos Resultados, pois Alckmin não fará sua campanha à Presidência da República usando o dinheiro dos metroviários. Por isso, a sua participação será fundamental para fortalecermos nossa mobilização, inclusive contra a terceirização e privatização do Metrô!

Estas são tarefas de toda a categoria! Assim como a PR, a privatização do Metrô envolve todas as áreas da empresa, que poderão ser prejudicadas pela gestão do setor privado.

Por isso, o Sindicato insiste em chamar atenção da categoria para a importância da unidade, organização e mobilização de todos os companheiros, para sairmos vitoriosos de um dos maiores embates da história de nossa categoria.

Convidamos todos os metroviários que não estiverem trabalhando para participarem das primeiras ações da campanha “Diga Não à Privatização”. Contamos também com o apoio de parlamentares, lideranças dos movimentos sociais e de diversas entidades, como a Fenametro, CUT, Sindicato dos Engenheiros de SP, Sindicato dos Advogados, Sintaema, PCdoB, PT, PSOL, PSB, Facesp (Federação das Associações Comunitárias de São Paulo), Conan (Confederação Nacional das Associações de Moradores), entre outras que, inclusive, assinaram uma ação contra a concessão da Linha 4 – Amarela, patrocinada pelo Sindicato dos Metroviários, tendo como advogado o renomado Dr. Paulo Cunha.

Para completar, dia 15/03, o Sindicato e os deputados estudais Nivaldo Santana (PCdoB) e Simão Pedro (PT), protocolaram uma representação no Tribunal de Contas do Estado, pedindo a anulação da licitação da Linha 4 – Amarela.

Vamos todos nos engajar nesta luta em defesa de nossos empregos, direitos e conquistas e do transporte público, estatal e de qualidade para todos. Participe desta campanha!

 

Veja o calendário de atividades:

Sexta-feira, 17/03, às 16h
Protocolo da ação contra a privatização da Linha 4 – Amarela no Fórum da Fazenda Pública (Viaduto Dona Paulina, 80, Centro).

Quinta-feira, 23/03, às 18h
Lançamento da campanha “Diga Não à Privatização”, no auditório Franco Montoro da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).

Sexta-feira, 24/03, às 9h
Manifestação de protesto contra a abertura dos envelopes de licitação da concessão da Linha 4 – Amarela à iniciativa privada.

 

Assembléia dia 20/03

segunda-feira, às 18h30, no Sindicato

Pauta: PR, CIPAs, manifestação contra a terceirização das bilheterias (bilhete único), aprovação da pauta de reivindicações/2006, concessão da Linha 4, resposta do ato GMT/GOP de 09/03.

 

 

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